sábado, 25 de setembro de 2010

Recordar

E mais uma vez é dia de recordar as páginas de uma amizade, ao desfolhear vou vendo cada dia, cada momento, cada sorriso, cada palavra...
Com Saudade
Um mês depois volta a ser dia vinte e cinco.


Até daqui a um mês!

domingo, 19 de setembro de 2010

Filipe Pinto

E já lá vai um ano...
A vida passa tão depressa, hoje estamos aqui, amanhã ali e nada volta a acontecer...
Há um ano atrás tudo começou, um casting, um rapaz, uma voz e uma guitarra, um quero mas não quero.
E quando os dedos tocaram nas cordas e a voz soou, tudo mudou, ali estava uma verdadeira voz, ali estava a pessoa, que casting a casting, gala a gala, foi passando com destinçao, surpreendendo e esteve sempre lá com a humildade, tornando-se assim o Idolo de Portugal.
As enterevistas únicas, o coração enorme e a sinceridade acima de tudo. Os concertos, em especial o de Santarém, aquelas palavras, a foto, o autógrafo, e o a solo das Caldas da Rainha, que foi único, cada música, cada palavra foi dos melhores momentos.
Londres é só mais uma etapa, onde desejo tudo de bom, que tires o maior proveito e que aproveites mesmo a opurtonidade. Porque eu e muitos mais acreditamos que não serás apenas um idolo Português mas internacional.
Quando voltares cá estaremos, para provar a este pequeno país que um idolo nao desaparece, é aquilo que fizerem dele, e tu não serás apenas o idolo, mas sim o Filipe Miranda Cunha Pinto, uma pessoa humilde verdadeira e com uma grande voz!
Até já Filipe!

(Ao Filipe, ao meu irmão por me ter levado aos concertos e ao clube de fãs por acreditarem nele)

carf.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Na história errada

Olhos molhados, cabeça baralhada, coração enraivecido.
Fiz de pessoas normais, reis e princesas, super heróis de histórias onde apenas deviam estar como figurantes. Imaginei contos com finais felizes, onde as personagens me rodeavam e se podia dizer que seriam felizes para sempre. Construi o primeiro andar sem fazer o rés-do-chão e a casa acabou por cair.
Erros e mais erros, humana ou não acabei por os cometer e a desculpa não será como tantas vezes foi, todos erramos.
Talvez, talvez todo o homem erre, talvez a maior parte se arrependa, e talvez eu como todos eles apenas tenha errado, mas não o encaro assim, as escolhas não foram as certas, as personagens não digo que tenham sido amadoras, apenas não entraram na história certa, ou no fundo talvez eu não estivesse na história certa, o cargo de personagem principal talvez me tenha iludido e eu tenha fechado os olhos a muita coisa para apenas continuar a sê-lo.
E agora, como será se esta história ficar sem a personagem principal?
As lágrimas escorrem-me pela cara, quero sair já, saltar do palco e correr, correr horas seguidas, para um lugar distante, onde eu saiba que não me vão encontrar.
Vou sentir saudades, vou sofrer, vou perder ombros amigos, mas ou salto do palco, ou vou continuar a enganar uma plateia, mostrando a felicidade no rosto quando por dentro estou um caco? Não o posso fazer, não é só por eles mas acima de tudo por mim, enganei-me tanto que agora já chega.
Vou saltar do palco, correr para fora desta história, está na altura de fazer a minha história, seremos todos personagens principais, ninguém é príncipe nem super herói, haverá apenas meras pessoas, mas com os corações verdadeiramente sinceros.

carf.

Para Sempre

-Para Sempre, Sempre e Sempre- murmurou Edward.
-Isso soa-me a algo mais do que perfeito.

The End

(amanhecer)

carf.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

''A intelegência supera a antiguidade''

De que me servia ser ''velha'', se ao tentar falar com alguém me apercebesse que sabia menos que uma simples criança.
Não me interessa a idade que enho hoje ou amanhã, porque aquilo que sou, aquilo que sei e a vontade que tenho de crescer, de ser superior não se conta em anos.
Quero ser superior, mas não passar por cima de ninguém, chega-me ser superir a mim mesma, àquilo que fui e àquilo que sou, chega-me apenas surpreender-me a mim, mostrar que sou capaz de mais e de melhor.
Porque não serei superior a ninguém sem ter direito a isso, pois ''a intelegência supera a antiguidade''.

carf.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

''Quero morrer...quando for velhinho''

Há momentos e palavras que nos marcam que nos fazem pensar na realidade da vida…
Doi-me as costas, estou cansada, dói-me a cabeça…
Será?Será que sei o que é doer.
Uma dor será o que eu penso, ou é apenas mais um capricho meu…
Passamos a vida a queixarmo-nos de tudo, tudo esta mal, nada nos agrada, achamos sempre que temos a pior sorte do mundo…
E quando da boca de uma criança que tal como as outras é apenas uma criança, mas a quem foi reservada uma vida de sofrimento, de dor e a quem não davam mais do que uns anos de vida, ouvimos ‘’quero morrer…quando for velhinho’’.
Será mesmo que temos a pior vida? E quando dizemos que queremos morrer, será que nos esquecemos que a nós nos foi dada a possibilidade de ter uma vida longa e feliz e a queremos desperdiçar assim? Então e quem tem uma dificuldade a cada dia, quem não sabe o dia de amanhã, quem apenas deseja morrer quando for velhinho, mesmo sabendo que pode não ser assim.


carf.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

''Não deixem nada por dizer, nada por fazer''

Vivemos iludidos, com a mente fechada e direccionada, para a ideia que temos tanto tempo pela frente
Mas quem sabe como será o amanhã, se os nossos lábios se mexem, se os nossos olhos piscam, se o nosso coração bate.
E se os nossos lábios não mexerem, como dizemos aquele gosto muito de ti…
E se os olhos não piscarem como vamos viver a cem por cento as experiencias que sempre sonhámos…
E se o coração não bater, deixámos para traz tantos momentos, tantas palavras, evitámos proporcionar tantos sorrisos.
Num gosto de ti, está um sorriso e uma lágrima, está um desejo de estar perto e de ter alguém por perto.
Numa experiência de sonho, uma recordação inesquecível, uma concretização.
A ideia é apenas, se não fizer hoje faço amanhã, tenho tanto tempo, não irá fazer diferença.
Mas, não são só os meus lábios, nem os meus olhos e o muito menos o meu coração que podem deixar de mexer, e se antes dos meus acontece ao outro alguém. Como vamos viver, sem saber o que iria dizer, como se iria sentir ao ouvir as nossas palavras e a viver momentos a nosso lado, com que ideia ficará de nós.
É tão fácil mover os lábios para dizer o que sentimos, custa tão pouco levantar os braços e agir…
O amanhã só deus sabe, o hoje depende de nós, e um gosto de ti hoje, fará com que amanhã não chores por não o teres dito.
Para quê adiar, a escolha é nossa e dizer hoje ou amanhã, só tem uma diferença, amanhã pode ser tarde de mais.



"Não deixem nada por dizer, nada por fazer" António Feio

carf.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Setembro

Setembro, mais um mês com mais trinta dias, nada de novo, o nome nem tem nada de especial, a não ser que é o primeiro de quatro seguidos acabados em ‘’bro’’, falta de originalidade.
Lá se vai o verão os dias de calor, as férias, o mar azul e a areia, os dias sem fazer nada, o descanso, as noitadas e o acordar tarde.
Lá se vem o regresso às aulas, os livros novos, rever os amigos e mais uns longos meses de estudo… A festa da Terra, o outono e o aniversário de uma parva.
Em Setembro tudo muda, é tempo de crescer mais uma vez, estou num ano superior ao anterior e é altura de pensar ainda mais no futuro, vou ficar um ano mais velha e o passado não volta, resta-me apenas, pegar nas minhas perninhas, abrir os meus olhos e fazer tudo para que o meu futuro seja o que quero, o que vem depois de Setembro, depende de mim e das minhas escolhas.
Setembro, nada diferente dos outro meses para tanta gente, mas para mim é Setembro, o mês em que tudo muda...

carf.