quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Resto de Nada

Nada quero ser
Nada sinto ao ver, a indiferença
Já faz parte de mim
Não sei porquê...
Seguem vivos olhos
Atentos à cobiça que dás
Quando passo à tua frente
Já não sei porque não,
        Espero na hora, ouvir-te
        Afirmo o que sei, quando minto
        Sei ler-te bem
        Não sei que diabo sei
        Certo venho ver
        O resto do teu amor.
Entendo vagamente
Aquela inocência que jaz
Como o teu barco no fundo
Esse coração tão pobre...
   As coisas vão voltar a ser
   Não fui eu que quis saber
   O pouco amor que tens a dar
   Lembra ao meu corpo de não amar
   Ainda assim eu não sou bem
   O homem vivo do teu Mundo
   Do teu Mundo, no teu Mundo...
Filipe P.