sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Estranhamente estranho...

Palavras secas cujo sentimento não percebo, aos meus ouvidos soam a acusações frias e crueis.
Leio e releio, inspiro e expiro e nada, não percebo se ali à saudade, se à felicidade por tudo o que se passa. Parece que não conheço quem as disse, parecem ditas da boca de um estranho que apenas me julga pela aparência. É tão confuso, que mesmo sendo melhor que o som do teu silêncio, pois esse chega a ser ensurdecedor, é terrivelmente frustrante.

carf.

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